Milα αki & αli

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

єѵσłυçãσ ıηтєяηα- яєƒłєxσ єxтєяησ


Pois é, a gente cresce, a gente muda e nem se dá conta.Outro dia mesmo era uma menininha magrela e implicante, que morria de ciúmes do pai, hoje, já sou uma moça crescidinha, magrela? Não mais. Implicante? De vez enquando... Os ciúmes do pai já não são necessários, a pouco tempo descobri algo estranho, que a gente po
de escolher contra que lutar mais não é capaz de reconhecer o verdadeiro desafio até o primeiro ataque. Quando pequena escolhi lutar para tê- lo só para mim e afastar as pessoas, ciúme bobo de menina boba! Foi tarde quando descobri que não seriam as pessoas que tirariam ele de mim... Sei que nunca o atrapalhei, mas o meu ciúme também nunca o ajudou. Mas enfim foi uma fase, e fases passam.

Mas, voltando lá atrás: eu cresci!

Deixei de lado as bonecas, comecei a pensar mais em meninos, tudo agora eram: roupas, sorrisos, horóscopo, perfume, maquiagem e corpo.. mais lá pelos 13 isso já não me fazia diferença, nessa época eu já era uma menina que queria ter cabelos vermelhos, muito conhecimento e escrever sobre o mundo. Foi o que me tornei, aos 15 e meio os cabelos já quase nasciam vermelhos tantas eram as colorações, o conhecimento abrangia um pouquinho de cada coisa e as canetas perdiam a tinta tão rápido chegassem as minhas mãos. Aos 16, óh! os 16, que idade alucinante, tanta coisa nova e colorida tantos sorrisos desconhecidos e olhares diferentes,como costumo dizer: cores, sabores, aromas e amores. A magia da adolescencia. Os namoros ai já eram a coisa mais normal, rapidamente havia aprendido a explorar o que mais chamava atenção em mim, não! não era só corpo: era mente, caráter, intelecto; o corpo também contribuia, e muito, diga-se de passagem. Aí então, unindo o intelecto e corpo, surgiu essa pessoa, que acredito ser especial, como todo ser vivo, estou eu aqui desempenhando o meu papel, tentando fazer diferença, depois dos meus 17 anos um tanto corridos, agora ingresso nos 18, e espero arduamente que sejam tão emocionantes, doces e felizes como a maior parte da minha vida.

Um grande Beijooo! amigos! ¨)

Naiara Faria

(D.A.R)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

bυรqυ૯ αм๏ર η๏vαร αરт૯ร, η๏v๏ ૯ηg૯ηh๏



Busque Amor novas artes, novo engenho
Pera matar- me, e novas esquivanças,
Que não pode tirar- me as esperaças,
Que mal me tirará o que não tenho.

Olhai de que esperanças me mantenho!
Vede que perigosas seguranças!
Que não temo contrastes dem mudanças,
Andando em bravo mar, perdido o lenho.

Mas, enquanto não pode haver desgosto
Onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê,

Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como e doi não sei porquê


Luíz Vaz de Camões